quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

AU REVOIR


Decretar o fim não é desmentir o orgulho ou dar voz ao fracasso. É se despir da pretensão e da teimosia. É dar a voz razão que, ainda em tempo, descobri vir também do coração. O fim surge como o nascimento do amor. Inquieto, impiedoso, urgente e indiscutivelmente suicida.

domingo, 7 de fevereiro de 2010


Deixando sufocar,
De leve, se esvai todo o ar.

Em cima do pescoço eu carrego
Quem vive a atordoar.

A mente
Sente
O que meu coração
Não mais pode sequer sonhar.